DS CRÉDITO MARINHA GRANDE

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Seguro proteção ordenado

 

A oferta de seguro proteção ordenado é recente e surgiu em resposta ao aumento exponencial de desemprego registado nos últimos anos.

Vulgarmente conhecidos como seguros de desemprego, estes produtos são a resposta dos bancos para quem necessita de uma solução imediata, não permanente, para salvaguardar o equilíbrio orçamental familiar, por via de diminuição ou perda de rendimentos laborais (por baixa médica ou desemprego).

Assim, o seguro proteção ordenado pretende ser um produto que acautele situações de adversidades, para quem não dispõe de um fundo de emergência e enquanto não encontra uma solução mais permanente (novo emprego).

Saiba tudo sobre o seguro proteção ordenado.

O QUE É E COMO FUNCIONA O SEGURO PROTEÇÃO ORDENADO

O seguro proteção ordenado salvaguarda-o em caso de desemprego, pois garante o pagamento mensal de um montante calculado pelo banco, durante esse desemprego involuntário e também pela incapacidade para trabalhar.

Estes seguros funcionam, habitualmente, do seguinte modo:

Válido para trabalhadores por conta própria e/ou outrem, com ordenado domiciliado no respetivo banco; Idades compreendidas entre os 18 e os 64 anos;

Clientes com atividade profissional nos últimos 12 meses e um mínimo de 16 horas de trabalho semanais;

Além das situações de desemprego involuntário, hospitalização e baixa médica ou acidente (incapacidade temporária), por vezes, também cobrem situações de morte;

O valor pago pelo seguro proteção ordenado é passível de ser acumulável com o subsídio da Segurança Social, mas tem um período máximo indemnizável (um ano, em caso de incapacidade temporária absoluta para o trabalho por doença/acidente ou de internamento, ou seis meses, em caso de desemprego involuntário).

VANTAGENS Substitui/assegura uma percentagem do ordenado líquido perdido por desemprego involuntário ou doença/sinistro; Cumulável com prestações pagas pela Segurança Social.

 

Em caso de baixa medica o quanto se recebe.

 

A percentagem que é paga pela segurança social varia de acordo com a duração da baixa médica, sendo que:

O primeiro dia conta no caso de doença de tuberculose ou internamento hospital;

Os primeiros 3 dias de baixa médica nunca são pagos (conta de outrem)

Os primeiros 10 dias de baixa médica não são pagos (trabalhadores independentes)

Os primeiros 30 dias de baixa médica não são pagos (abrangidos pelo seguro social voluntário)

Baixas médicas até 30 dias, o trabalhador recebe 55% do valor do seu salário base;

Baixas entre os 31 e 90 dias, são pagos 60% do valor salarial base;

Baixas entre 91 e 365 dias é feito um pagamento de 70% do valor base;

Baixas superiores a 365 dias, o valor pago sobe para os 75%.

Contudo, tenha em mente que existem certas situações em que o valor pago durante a baixa médica é diferente, nomeadamente no caso da doença tuberculose que varia entre 80% e 100% dependendo do número de familiares a cargo (2 familiares de 80% mais familiares até 100%).

A Segurança Social apresenta um valor mínimo diário para o subsídio por doença de 4,36€, sendo este 30% do valor indexante dos apoios sociais (IAS).

O valor atribuído em 2019 ao IAS é de 435.76€.

Agora imagine-se sem os subsídios:

Alimentação;

Turnos;

Etc..